Dia nacional de recomeçar a eterna dieta.
Primeiro faço dieta, depois como tudo que quero e um pouco mais(sempre um pouco mais...) depois voltar a dieta. Vida de ciclos. Meio termo parece ser algo difícil de ser inserido no meu dia-a-dia. Se eu fosse ao menos razoável...
Assim como os cabelos. Primeiro cortar e curtir o novo corte, para depois esperar crescer e tê-los compridos de novo. Sempre espero o por vir. Comportamento ansioso. Será que morro disso?
Ahhh, beijos.
Dou um doce pra quem descobrir que fase do ciclo estou..rsr
Tita
terça-feira, setembro 12, 2006
sexta-feira, setembro 08, 2006
Do que eu leio...

Na leitura um grande prazer. Desses que gosto de ficar espalhando aos sete ventos. Coloco aqui um trecho do Roland Barthes por Roland Barthes, que é descrito como uma autobiografia irônica, mas é mais do que uma autobiografia, e menos também. O poder do léxico.
" Mas eu nunca me pareci com isto!
- Como é que você sabe? Que este é 'você' com o qual você se pareceria ou não? Onde tomá-lo? Segundo que padrão morfológico ou expressivo? Onde está seu corpo de verdade? Você é o único que só pode se ver em imagem, você nunca vê seus olhos a não ser abobalhados pelo olhar que eles pousam sobre o espelho ou sobre a objetiva (interessar-me-ia somente ver meus olhos quando eles te olham): mesmo e sobretudo quanto a seu corpo, você está condenado ao imaginário"
Pobre de nós, é a pura verdade. Ontem uma pessoa me falou: Nossa como você se parece com X, você deve ouvir a todo momento que se parece com X! Pois é, apesar de ouvir a toda hora que me pareço com alguém, com X ainda não tinha ouvido. A mim, me resta imaginar, pois como constata friamente o autor estamos restritos aos olhos que nos vêem, e prisioneiros do nosso imaginário... Tanto melhor assim. Será?
Meu beijo e meu carinho!
Tita
quarta-feira, setembro 06, 2006
Ela também é uma figura!
Numa conversa deliciosa, Jupis me lembrou de uma da troiana. É, falo muito do troiano pois ele está na idade das descobertas, mas a pequena de 2 anos e meio também não passa de uma figura. Ela soube pela Lu pontinho que estava no carro comigo( eu mesma havia esquecido!). Os dois discutiam atrás. Não sei o teor da discussão que eles levavam, pois mãe muitas vezes abstrai, até por proteção da integridade pessoal e mental. Sei que de repente, o troiano:
-Mãe, a troiana falou que eu não sou irmão dela...buááááá.(detalhe: ele tem cinco anos, 2 e meio a mais que ela...)
-Mas, filho, você sabe que ela nasceu da minha barriga, assim como você da minha barriga, vocês são irmãos sim. Não dê bola prá o que ela está falando que ela só quer isso mesmo, te ver chorar!
-Verdade, mãe?
Pois é a pequena desde cedo tem o poder da persuasão. É figuuura!
História real
Essa historinha que contei é fichinha perto dessa que descobri também pela Jupis. Só pra ver como crianças podem ser cruéis...
Conta a lenda que Jupis tinha primos, sendo que o mais novo era algo como cinco anos mais novo. Eles moravam no Rio, no mesmo prédio que a Baby do Brasil a então Baby Consuelo.
Isso, a telúrica. Os mais velhos contaram "a verdade" para o caçula. Que ele era filho da Baby, que por ter muitos filhos havia deixado ele na porta da casa da "mamãe", que te acolheu e te cria como um filho. Mas se você não se comportar, ela pode te devolver pra Baby e Pepeu.
Ohhh, quantos anos de análise essa criatura teve de pagar depois?
Minha gente, faz um frio por aqui, por aí e em outros lugares.
Meu beijo e meu carinho,
Tita
terça-feira, setembro 05, 2006
Decifrando (curiosa que sou)
Há exercício bastante em olhar para uma pessoa e pensar sua vida, seu modo de entender o mundo e de viver. Esse é um exercício que, queira eu ou não faço a todo momento. Algo como um reflexo medular, sem pensar já estou devaneando sobre aquele que está na minha frente. Um misto de captar sinais, ouvir a conversa, afiar a intuição e chegar a uma conclusão. Me perdoe o teor da veracidade do que venho a concluir, mas tudo segue tão natural e espontaneamente que não há como excluir verdade que obtenho da límpida resposta que aparece.
Assim, quando vou ao supermercado e vejo a funcionária que fatia frios em plena atividade de sua função sistemática, posso imaginar através de sinais que a mesma emite, o que ela quer me revelar. Seu olhar, suas mãos, sua roupa, seu formato de rosto...tudo são sinais que me levam as sua sua história. E como uma penetra na festa alheia, viajo na vida dela.
Da mesma forma, o professor sisudo na frente da sala de aula, está me passsando seus códigos, passando pelo crivo de meus pensamentos. Imagino quando ele chega em casa e corre para afagar seu cão. Fim de sua sisudez. E, mórbido ou não, esses pensamentos dominam minha cabeça nos momentos mais impróprios. Refém do que voa solto no andar de cima, me pego dando um sorriso inoportuno resultado da idéia que criei. Sei que corro o risco de viver para os outros uma vida melhor do que ela pode ser. Ou pior. Porém imaginar é quase viver.
Vou mais além se me deparo com pessoas já avançadas em idade. Essas me dão substrato para ter uma vida quase inteira nas mãos. Dessa forma, quando aceno para o senhor que vive na casa de repouso de frente da escola do meu filho diariamente, é porque já o conheço. Por muitos dias o vi lá, talvez ele tenha me visto antes. Acompanhava eu tocar a campainha, esperar o porteiro abrir, para enfim dar o beijo na bochecha e desejar-lhe boa aula. Até que resolvi acenar para ele. E hoje quase diariamente o gesto se repete. Em dias de chuva ele não está lá. Sei que foi um advogado criminalista e metódico em seu trabalho, e que o boné que usa é só para afastar-se do sol com a mesma força que tenta afastar o passado rígido que viveu. Com sua primeira mulher foi extremamente feliz, mas enviuvou após muito sofrimento. Tiveram quatro filhos. Austríaca que nunca conseguiu falar muito claramente o português. Os meninos foram morar na Europa. Tem lindos netos que sentem falta do avô, que existe mais como uma foto no porta retrato do que como uma pessoa do outro lado do Atlântico. Com a segunda mulher encontrou boa companhia. Poucos anos tinham de relacionamento quando um mal súbito tirou sua vida ao ler a orelha de um livro no saguão central de uma certa livraria. Já estava aposentado e receber essa notícia entrou para o rol da piores coisas que já ouviu na vida. Hoje mora lá, de frente à escola de meu pequeno para que possa me acenar, quase que diariamente.
E brincar de decifrar aquela pessoa que surge no espelho. Esse é o desafio que não deixo nunca, nunca se completa. Essa diversão existe desde os primórdios quando qualquer choro forçado era motivo de correr para o espelho e descobrir como ficava ao chorar. E até hoje essa é a pessoa que mais me mostra a necessidade do exercício. E que me faz perpetuá-lo.
Assim, quando vou ao supermercado e vejo a funcionária que fatia frios em plena atividade de sua função sistemática, posso imaginar através de sinais que a mesma emite, o que ela quer me revelar. Seu olhar, suas mãos, sua roupa, seu formato de rosto...tudo são sinais que me levam as sua sua história. E como uma penetra na festa alheia, viajo na vida dela.
Da mesma forma, o professor sisudo na frente da sala de aula, está me passsando seus códigos, passando pelo crivo de meus pensamentos. Imagino quando ele chega em casa e corre para afagar seu cão. Fim de sua sisudez. E, mórbido ou não, esses pensamentos dominam minha cabeça nos momentos mais impróprios. Refém do que voa solto no andar de cima, me pego dando um sorriso inoportuno resultado da idéia que criei. Sei que corro o risco de viver para os outros uma vida melhor do que ela pode ser. Ou pior. Porém imaginar é quase viver.
Vou mais além se me deparo com pessoas já avançadas em idade. Essas me dão substrato para ter uma vida quase inteira nas mãos. Dessa forma, quando aceno para o senhor que vive na casa de repouso de frente da escola do meu filho diariamente, é porque já o conheço. Por muitos dias o vi lá, talvez ele tenha me visto antes. Acompanhava eu tocar a campainha, esperar o porteiro abrir, para enfim dar o beijo na bochecha e desejar-lhe boa aula. Até que resolvi acenar para ele. E hoje quase diariamente o gesto se repete. Em dias de chuva ele não está lá. Sei que foi um advogado criminalista e metódico em seu trabalho, e que o boné que usa é só para afastar-se do sol com a mesma força que tenta afastar o passado rígido que viveu. Com sua primeira mulher foi extremamente feliz, mas enviuvou após muito sofrimento. Tiveram quatro filhos. Austríaca que nunca conseguiu falar muito claramente o português. Os meninos foram morar na Europa. Tem lindos netos que sentem falta do avô, que existe mais como uma foto no porta retrato do que como uma pessoa do outro lado do Atlântico. Com a segunda mulher encontrou boa companhia. Poucos anos tinham de relacionamento quando um mal súbito tirou sua vida ao ler a orelha de um livro no saguão central de uma certa livraria. Já estava aposentado e receber essa notícia entrou para o rol da piores coisas que já ouviu na vida. Hoje mora lá, de frente à escola de meu pequeno para que possa me acenar, quase que diariamente.
E brincar de decifrar aquela pessoa que surge no espelho. Esse é o desafio que não deixo nunca, nunca se completa. Essa diversão existe desde os primórdios quando qualquer choro forçado era motivo de correr para o espelho e descobrir como ficava ao chorar. E até hoje essa é a pessoa que mais me mostra a necessidade do exercício. E que me faz perpetuá-lo.
segunda-feira, setembro 04, 2006
Casamentos
Casamento 1
Esse final de semana foi de casamento. Sábado um da turma do Carlão e domingo um da minha turma. Bom, muito bom. Saber que as pessoas ainda pensam em se casar. Eu mesma demorei a me convencer que havia felicidade pura em casamentos. E por duvidar um dia é que me sinto mais feliz.
A comemoração de um casamento pode ser de várias formas e invariavelmente tem um pé no brega, um pé na jaca. O meu, embora tentei ser comedida, também teve, uai! Trombetas anunciando a noiva, padre falando coisas para tocar o coração, padrinhos que passam mal no altar, gente que errou a roupa ou errou a festa a que foi, sapato que aperta no dedinho, vídeo e fotos a não mais poder para tudo ficar devidamente registrado. E pensar que um dia haverá vítimas para assistir e ver tais vídeos e fotos. Passagens do meu final de semana.
No sábado bebemos e dançamos. Comemos bem também. Docinhos de casamento...huuum.
No domingo mais um pouquinho. E lembrar a máxima que meu amigo que viajou mais de 500 km para chegar na festa disse: Se casamento fosse bom não precisava de testemunha. Pode ser, a se pensar... Ainda acho que casar é bom e recomendo. Custei a acreditar nisso, mas agora que sei, gosto de falar por aí.
Casamento 2
Chegamos em casa depois da festa e o meu troiano corre pro meu braço, todo feliz.
- Mãe você vai ter outro bebê!!!!
- Não filho, nada disso, não estou sabendo. Mas por quê?
- Ah, você não disse que depois que casa vem os bebês?
Bem, dizer eu disse, mas achei que não deveria entrar na explicação de Educação Sexual I (básico para pré-escolares). Expliquei que quem estava casando não era eu e sim minha amiga. Ela que teria bebê. Entendeu, filho?
Meu beijo e meu carinho!
Tita
Esse final de semana foi de casamento. Sábado um da turma do Carlão e domingo um da minha turma. Bom, muito bom. Saber que as pessoas ainda pensam em se casar. Eu mesma demorei a me convencer que havia felicidade pura em casamentos. E por duvidar um dia é que me sinto mais feliz.
A comemoração de um casamento pode ser de várias formas e invariavelmente tem um pé no brega, um pé na jaca. O meu, embora tentei ser comedida, também teve, uai! Trombetas anunciando a noiva, padre falando coisas para tocar o coração, padrinhos que passam mal no altar, gente que errou a roupa ou errou a festa a que foi, sapato que aperta no dedinho, vídeo e fotos a não mais poder para tudo ficar devidamente registrado. E pensar que um dia haverá vítimas para assistir e ver tais vídeos e fotos. Passagens do meu final de semana.
No sábado bebemos e dançamos. Comemos bem também. Docinhos de casamento...huuum.
No domingo mais um pouquinho. E lembrar a máxima que meu amigo que viajou mais de 500 km para chegar na festa disse: Se casamento fosse bom não precisava de testemunha. Pode ser, a se pensar... Ainda acho que casar é bom e recomendo. Custei a acreditar nisso, mas agora que sei, gosto de falar por aí.
Casamento 2
Chegamos em casa depois da festa e o meu troiano corre pro meu braço, todo feliz.
- Mãe você vai ter outro bebê!!!!
- Não filho, nada disso, não estou sabendo. Mas por quê?
- Ah, você não disse que depois que casa vem os bebês?
Bem, dizer eu disse, mas achei que não deveria entrar na explicação de Educação Sexual I (básico para pré-escolares). Expliquei que quem estava casando não era eu e sim minha amiga. Ela que teria bebê. Entendeu, filho?
Meu beijo e meu carinho!
Tita
sábado, setembro 02, 2006
Chá de Sumiço

- Mãe, você quer ver como eu posso desaparecer, sumir?
- Sim, filho, respondo, enquanto guardo umas roupas no armário.
Então ele pula da cama, levanta, abaixa e como se não conseguisse desaparecer me diz:
- Mas mãe! Você precisa fechar os olhos... !
Seria bom se o chá de sumiço fosse assim simples,né? Quando a gente precisasse, desse uma dessas prá fora da órbita, e depois voltasse, como se nada tivesse acontecido.
Bom sábado chuvoso pra você!
Tita
sexta-feira, setembro 01, 2006
Sou fã dela, sou fã delas...
Minha gente,
rola entre blogueiros uma corrente em que devemos dizer seis características nossas e passar a missão para seis queridos blogueiros. Quem me passou a batata quente foi a Helô Helê , querida M30 de quem sou fã confessa há um tempo.
Vamos brincar:
1- Meu famoso sorriso sobrevivie apesar de eu ter dentes de qualidade questionável. Desde que eram de leite eu era assídua de dentistas e meu pai não via a hora de eu casar para passar a bola da conta do dentista para o marido(que machista esse meu pai...pior é que ele falava isso mesmo e alertou o Carlão antes do casamento: A menina gasta os tubos no dentista - para não correr risco de devolução!)
2- Sou menina da praia que não gostava de ir a praia, mas sempre apreciou olhar o mar. Meu desejo secreto é ter uma casa de praia com uma big duma piscina na frente, que depois de uns passos cai na areia do mar. Tá bom?
3- Quando criança sempre fui espoleta, mas não espírito de porco. Brincava na rua e jogava um futebol como poucos meninos.Trepar em árvores e muros, andar de bicicleta descalça e estourar os joelhos são coisas que estavam em mim. Inquieta por natureza até hoje às vezes tenho vontade de sair correndo e voltar ao lugar que estava, como se fosse até ali, batesse o "pique" e voltasse. De verdade tenho esse desejo por vezes. Pena que meu sedentarismo me deixa com sem ar só de pensar em uma corridinha.
4- Na faculdade minha turma sempre foi o pessoal do interior de São Paulo. Cidades várias. Tinha no meu projeto de vida mudar para o interior, ir me embora pra Passárgada, como disse a Helô remendando Manuel Bandeira. Esse projeto foi adiado e agora parece estar tomando forma. 2007 em Pasárgada, será que amigos me visitarão?
5- Egoísta de carteirinha e centrada para o self(que lindo!), morria de medo de não ser uma boa mãe por isso. Mas até nisso eles (meus troianos) me mostraram que posso sempre melhorar.
6- Gosto de Kundera, Leminski, Barthes, Lispector, Marçal Aquino, CDAndrade,Mia Couto, Almodóvar, Allen.
Também Fernando. O Pessoa e o Reis, esse que sem saber deu o pontapé incial na minha idéia de escrever.
Que mix doido!
Agora passo a vez para:
Lu Saker (a dona da M30 que se tornou como uma irmã)
Marley (minha única e eterna amiga Marley)
Srta. Mirlinton (q eu não conheço, mas leio e gosto)
Beth ( M30 que tem um blog sigiloso)
Lalaiá (minha afilhada, epa fotolog pode?)
Lollex (borbolleta que amo, fotolog, too!)
Ufa, meu beijo e meu carinho...
Vou ter de avisar depois as indicadas!
Tita, morrendo de pressa!
rola entre blogueiros uma corrente em que devemos dizer seis características nossas e passar a missão para seis queridos blogueiros. Quem me passou a batata quente foi a Helô Helê , querida M30 de quem sou fã confessa há um tempo.
Vamos brincar:
1- Meu famoso sorriso sobrevivie apesar de eu ter dentes de qualidade questionável. Desde que eram de leite eu era assídua de dentistas e meu pai não via a hora de eu casar para passar a bola da conta do dentista para o marido(que machista esse meu pai...pior é que ele falava isso mesmo e alertou o Carlão antes do casamento: A menina gasta os tubos no dentista - para não correr risco de devolução!)
2- Sou menina da praia que não gostava de ir a praia, mas sempre apreciou olhar o mar. Meu desejo secreto é ter uma casa de praia com uma big duma piscina na frente, que depois de uns passos cai na areia do mar. Tá bom?
3- Quando criança sempre fui espoleta, mas não espírito de porco. Brincava na rua e jogava um futebol como poucos meninos.Trepar em árvores e muros, andar de bicicleta descalça e estourar os joelhos são coisas que estavam em mim. Inquieta por natureza até hoje às vezes tenho vontade de sair correndo e voltar ao lugar que estava, como se fosse até ali, batesse o "pique" e voltasse. De verdade tenho esse desejo por vezes. Pena que meu sedentarismo me deixa com sem ar só de pensar em uma corridinha.
4- Na faculdade minha turma sempre foi o pessoal do interior de São Paulo. Cidades várias. Tinha no meu projeto de vida mudar para o interior, ir me embora pra Passárgada, como disse a Helô remendando Manuel Bandeira. Esse projeto foi adiado e agora parece estar tomando forma. 2007 em Pasárgada, será que amigos me visitarão?
5- Egoísta de carteirinha e centrada para o self(que lindo!), morria de medo de não ser uma boa mãe por isso. Mas até nisso eles (meus troianos) me mostraram que posso sempre melhorar.
6- Gosto de Kundera, Leminski, Barthes, Lispector, Marçal Aquino, CDAndrade,Mia Couto, Almodóvar, Allen.
Também Fernando. O Pessoa e o Reis, esse que sem saber deu o pontapé incial na minha idéia de escrever.
Que mix doido!
Agora passo a vez para:
Lu Saker (a dona da M30 que se tornou como uma irmã)
Marley (minha única e eterna amiga Marley)
Srta. Mirlinton (q eu não conheço, mas leio e gosto)
Beth ( M30 que tem um blog sigiloso)
Lalaiá (minha afilhada, epa fotolog pode?)
Lollex (borbolleta que amo, fotolog, too!)
Ufa, meu beijo e meu carinho...
Vou ter de avisar depois as indicadas!
Tita, morrendo de pressa!
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