terça-feira, novembro 14, 2006

Atormentada

Passei a noite brigando com a minha cabelereira. Uma senhora de 70 e poucos anos que queria me cobrar quinhentos contos por uma hidratação capilar que não demorou nem 5 minutos para fazer. Eu discutia tão cheia de razão e tão indignada que cheguei a ter lágrimas nos olhos quando acordei. O mais engraçado era também ter na conta uma tal taxa de terremoto(?). Engraçados sonhos são. Ontem ouvi no rádio que a cidade de São paulo tremeu em alguns pontos como consequência de um terremoto que ocorreu no Chile. E minha cabelereira achou por bem colocar uma taxa de terremoto devido o risco de se atuar em São Paulo. Eu pedi a ela uma nota discriminatória com todos os gastos pois iria entrar com um advogado na questão. O advogado era Hebert Viana, dos Paralamas. Sonhos são demais, não são? O mais interessante é abstrair dele o significado e saber o que você deve fazer. E eu sei.

Beijo e bom dia !

Tita

segunda-feira, novembro 13, 2006

Os Infiltrados


Esse foi o meu filme do domingão. Estréia nacional do dito nesse final de semana. Logo, além de mim e do Carlão, metade da torcida do Corinthians e a outra metade da torcida do São Paulo(tri feliz, aliás!) estava lá no cinemark naquela fila tipo cobra sem fim que se instala uma hora antes da sessão. Estou ficando craque nessas filas , já que tenho conseguido ir ao cinema aos domingos de noite. Então, o que se vê, além de casaisinhos adolescentes em pleno "love" dando "uns malhos"(acho tão engraçado esse termo totalmente anos 80, remete malhar o Judas...) como estivessem se despedindo para ir para guerra, são rapazes ou homens atacando seus pacotes de pipocas com as bocas no melhor estilo comercial de bonzo. Embalagens gigantes de pipoca(com manteiga-argh!), somadas ao balde de coca-cola são suficientes para deixar qualquer bípede sem modos nenhum, atacando seu quitute como o bom troglodita do paleolítico, mas penso que no paleolítico as pipocas eram servidas em cumbucas feitas de folha de banananeiras e ficavam no solo mesmo. Nossa, hoje estou ramificando meu pensamento mais do que nunca. Escusa, tá? Outro detalhe da fila é aquele que tenta puxar conversa com você. Não tenho nada contra, acho até que tenho uma cara de responsiva a esse tipo de abordagem, mas convenhamos, nosso círculo de amigos já está grande o suficiente. Ou não? Enfim, vale tudo para ver aqueles minutinhos passarem mais rápido.
Sim, agora vou falar do filme, mas devo colocar com muito cuidado, pois temo que minhas impressões possam comprometer o bom andamento da sessão de quem não viu ainda. E de longe quero ser uma estraga prazeres...
Falarei irrelevâncias, então. A primeira, que justifica eu ter escolhido esse cartaz para abrir o texto, foi que, assim que aparece o Leonardo diCaprio na telona eu tenho um "deja vu" terrível...Carlão não parece com o Jandro??? Nossa, ele á a cara do Jandro!rsrsr... Jandro é o nosso zelador, que apesar de atender queixas de infiltrações(oh! que horrível!) nada tem a ver com o filme. Engraçado, fico pensando no zelador, que de prima eu achava que tinha pinta de cantor de sertaneja, tipo Leandro e Leonardo. Agora está parecido com o "Leo"... Bem, nada de similares de Giseles no prédio!
A segunda observação é como se fuma no filme. O nível de nicotina é altíssimo pricipalmente no setor dos maus elementos. Chega a ser até ser parte do figurino. Policial fuma pouco ou não fuma. A bandidagem fuma desconcertada e seguidamente. Achei engraçado o comentário da menina na saída, quando eu já estava aliviando o joelho. "Meu! Não posso ver filme assim!". Eu de dentro do gabinete formo uma interrrogação na cabeça, mas meu primeiro impulso foi pensar na quantidade de bala por centímetro rodado, que nada. A amiga rebate com "O quê?" e ela diz que tem muito nego fumando em cena e dá uma larica desgramada de cigarro, bem ela que havia parado há treze dias estava louca por uma tragada. Lavo minhas mão pensando no poder de sugestão das imagens, todas elas. É, ou não é, uma afronta eles ordenando nada subliminarmente a massa desenfreada comprar pipocas? Nessa sessão, eu resisti. Mas confesso que depois que descobri que o cinemark tem pipocas doces delicosas é muito mais difícil esse exercício de resistência.
Outra observação que vale o filme é a atuação do Jack Nickolson, um traficante velho tarado cheio de poder. Li que ele de início recusou o papel mas depois aceitou pensando ser uma boa oportunidade fazer um vilão, já que seus últimos papéis eram de comédia. Quem disse que ele não está hilário(para usar um adjetivo bem batido em crítica de comédias) como Frank Costello?
No mais eu gostaria de dizer meus ácidos comentários principalmente sobre a psiquiatra, mas receio mesmo contar o filme ao incauto leitor do blog, então me esquivo. Termino dizendo que no próximo final de semana eu escolherei a estréia que "
VOLVER". Tá bom, trocadalho terrível. Mas estou toda ruinzinha hoje.

Beijo!
Tita.

domingo, novembro 12, 2006

Na minha casa já é Natal...




Acabo de montar o "Natal" na minha casa com a devida vibração dos troianos com cada detalhe que era acrescentado. Do tapetinho na entrada até o Papais Noeis com guisinhos que ficam na maçaneta das portas dos quartos deles. Um "olha que lindo, mamãe!", outro "que demais!". A dúvida quase pertinente do mais velho: " Mas mãe, já é Natal hoje?"... Não filho, mas é Natal a partir de hoje! Agora é esperar a noite feliz chegar!

Bom domingo, com panetone e café. Ao menos em casa o panetone corre solto!
Tita

terça-feira, novembro 07, 2006

Eu amo essa música...

Velha Roupa Colorida

Elis regina, composição : Belchior.

Você não sente não vê
Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo
Que uma nova mudança em breve vai acontecer
O que há algum tempo era novo, jovem
Hoje é antigo
E precisamos todos rejuvenescer (bis)
Nunca mais teu pai falou: "She's leaving home"
E meteu o pé na estrada like a Rolling Stone...
Nunca mais você buscou sua menina
Para correr no seu carro, loucura, chiclete e som
Nunca mais você saiu a rua em grupo reunido
O dedo em V, cabelo ao vento
Amor e flor, que é de cartaz?
No presente a mente, o corpo é diferente
E o passado é uma roupa que não nos serve mais (bis)
Você não sente não vê
Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo
Que uma nova mudança em breve vai acontecer
O que há algum tempo era novo, jovem
Hoje é antigo
E precisamos todos rejuvenescer (bis)
Como Poe, poeta louco americano,
Eu pergunto ao passarinho: "Blackbird, o que se faz?"
Raven never raven never raven
Blackbird me responde
Tudo já ficou atrás
Raven never raven never raven
Assum-preto me responde
O passado nunca mais
Você não sente não vê
Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo
Que uma nova mudança em breve vai acontecer
O que há algum tempo era novo, jovem
Hoje é antigo
E precisamos todos rejuvenescer (bis)
E precisamos rejuvenescer


é isso, um beijo
Tita

domingo, novembro 05, 2006

Dia de sol, dia de sai saudades.


Fazia tempo que eu não a via.
Fazia tempo bom durante o dia.
Fazia tempo que eu guardava
toda a minha saudade para esse dia.
Aí, chegou...
E , Lu Longo, sempre tem um presente:

Do presente, escolhi esse para estar aqui:

Diga-me com quem ondas

O mar é meu companheiro.

Desde a mais tenra infância

seu murmurar me aconselha e consola.

Elegante impecável cancioneiro

ainda que nada em seu momento me doa

o mar me acolhe.

Mesmo assim ainda assim e desse modo assim

me dá sustento limite dimensão

ostrar pérolas peixes e palpites.

Quando ele toca sua música

que eu sempre pego já começada

eu só quero é a onda dele

seu suntuoso e simples princípio maleável

e mais nada!

Elisa Lucinda é atriz , cantora, poetisa. Fundou a Escola Lucinda de Poesia Viva há nove anos e no ano passado teve um poema seu "cantado" na voz de Ana Carolina - "Só de sacanagem", no CD em que a cantora gravou com Seu Jorge. Deve ser uma boa cozinheira também. O feminino sensível que não tem nada de frágil. Não é de hoje que eu já tinha ouvido falar dela e lia coisas dela. Mas é a partir de hoje que tenho o novo livro dela. Vou dormir feliz :)

Meu beijo e meu desejo de uma boa semana.

E um obrigada especial para a Lu!

Tita

sexta-feira, novembro 03, 2006

Mania Minha

Não é mal falar das nossas manias. Um pouco difícil é reconhecê-las, pois fazem parte da nossa rotina, é o nosso dia-a-dia, são nossas atitudes reflexas que fazemos sem pensar. Aí vai minha lista:

1- Dar risada sempre, de quase tudo e para quase todos. Ontem uma mocinha do trabalho disse que eu, ao buscar a cesta básica havia dado risada para o marido dela que estava lá também buscando a cesta básica. Ela do carro viu a cena. O marido chegou no carro e disse, nem conheço aquela médica que me cumprimentou com uma risada, e a moça disse que era eu que trabalhava com ela, achou que era por isso que eu dava a risada. Que nada, na verdade não reconheci o marido dela. Dou risada, pois ao buscar a cesta , todos lá são funcionários do mesmo local que trabalho, então de certa forma, todos conhecidos... Essa cumplicidade. Não é à toa que desde de pequenininha meu pai, muito gentilmente, me chamava de boba alegre.

2- Fazer mil quinhentos e uma coisas ao mesmo tempo. Não sei se é mal intrínsico do signo de gêmeos, ou se da maternidade(mas já era assim antes...). No entanto é certo que uma coisa só é muito pouco para eu sentir que estou fazendo algo. Daí se desprende minha dificuldade em concentração, que venho aprimorando a duras penas.

3- Rainha da procrastinação e do deixe para amanhã o que não está a fim de fazer hoje. Acho muito confortável fazer o que quero quando quero. Já basta tudo que devo fazer por necessidade profissional ou maternal/familiar. Do mais, tento levar minha vida assim, quando e como quero. Tá bom, pode parecer falta de determinação. E é. Mas tudo bem, sem vontade não rola!

4- Adoro leite condensado moça, chocolate branco e uma variante mais simples que encontro em minha cesta básica: leite em pó com açúcar, formando uma gororoba dos deuses. Coisas que vem ajudando em muito a somar quilos ao meu corpinho de trinta e poucos. O prazer dos prazeres.

5- Escutar o Nandito enquanto escrevo, a maioria das coisas que escrevo. Sejam meus textículos infantis, seja esse blogue, seja o que for. Também enquanto preparo almoço(quando preparo),enquanto leio, enquanto passeio na net, enquanto bordo meu ponto cruz(aliás a mania do momento), enquanto tomo banho. Enfim, até debaixo d'água.

Acho que dava pra seguir escrevendo aqui mais "uns par" de manias. Mas eram só cinco. Tá muito bom!

Quem não foi convocado e quiser contar também suas manias, sou toda ouvidos, ou melhor, olhos!
beijos meus!
Tita

quinta-feira, novembro 02, 2006

Ah, essa menina!


Ela é Mari Mesq, conheci no orkut e cheguei ao seu blog. Tudo via HeLô Hele!
Então ela me intimidou, ops, intimou a dizer 5 MANIAS e delegar a mesma função para outras vítimas.














Antes da MANIA, as vítimas que seguem:
Helô Helê, fada madrinha desse encontro!
Lalaiá, minha menina de 18 anos que me ensina a vida.
Beth Blue, blogueira contemporânea minha.
Srta. Mirliton, minha amiga blogueira virtual que tenho um carinho grande.
Marley, minha única e eterna amiga Marley!

Daqui a pouco volto para contar...

Mania minha
Mania que é manha, que é moda
Mania que eu tinha

Mania que é graça
Mania que encanta, que manda
Mania que eu tenho

Mania menina
Mania que passa, que fica
Mania que é birra

Mania maluca
Mania que começa, que acaba
mania que não deixa
esquecer quem eu sou.


Depois te conto!
Tita